Publicamos agora, para quem ainda não
conhece o Hino das Jornadas Mundiais da Juventude Madrid 2011. Para quem quiser
encontra a tradução em português e noutras línguas no seguinte link:
Este é o blog do grupo de jovens scalabriniano da igreja Beato João Batista Scalabrini (na Amora).
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
9ª sondagem - Tiveram conhecimento da mensagem papal de 1 de Janeiro?
Sondagem
pouco votada e colocada um pouco depois do acontecimento, mas mais vale tarde
do que nunca. Aqui vai a mensagem papal para este ano de 2011…
Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2011
Liberdade religiosa, caminho para a paz
1. No início de um ano novo, desejo
fazer chegar a todos e cada um os meus votos: votos de serenidade e
prosperidade, mas sobretudo votos de paz. Infelizmente também o ano que encerra
as portas esteve marcado pela perseguição, pela discriminação, por terríveis
actos de violência e de intolerância religiosa.
Penso, em particular, na amada terra do
Iraque, que, no seu caminho para a desejada estabilidade e reconciliação,
continua a ser cenário de violências e atentados. Recordo as recentes
tribulações da comunidade cristã, e de modo especial o vil ataque contra a
catedral siro-católica de «Nossa Senhora do Perpétuo Socorro» em Bagdad, onde,
no passado dia 31 de Outubro, foram assassinados dois sacerdotes e mais de
cinquenta fiéis, quando se encontravam reunidos para a celebração da Santa
Missa. A este ataque seguiram-se outros nos dias sucessivos, inclusive contra
casas privadas, gerando medo na comunidade cristã e o desejo, por parte de
muitos dos seus membros, de emigrar à procura de melhores condições de vida.
Manifesto-lhes a minha solidariedade e a da Igreja inteira, sentimento que
ainda recentemente teve uma concreta expressão na Assembleia Especial para o Médio Oriente do Sínodo dos Bispos,
a qual encorajou as comunidades católicas no Iraque e em todo o Médio Oriente a
viverem a comunhão e continuarem a oferecer um decidido testemunho de fé
naquelas terras.
Agradeço
vivamente aos governos que se esforçam por aliviar os sofrimentos destes irmãos
em humanidade e convido os católicos a orarem pelos seus irmãos na fé que
padecem violências e intolerâncias e a serem solidários com eles. Neste
contexto, achei particularmente oportuno partilhar com todos vós algumas
reflexões sobre a liberdade religiosa, caminho para a paz. De facto, é doloroso
constatar que, em algumas regiões do mundo, não é possível professar e exprimir
livremente a própria religião sem pôr em risco a vida e a liberdade pessoal.
Noutras regiões, há formas mais silenciosas e sofisticadas de preconceito e
oposição contra os crentes e os símbolos religiosos. Os cristãos são,
actualmente, o grupo religioso que padece o maior número de perseguições devido
à própria fé. Muitos suportam diariamente ofensas e vivem frequentemente em
sobressalto por causa da sua procura da verdade, da sua fé em Jesus Cristo e do
seu apelo sincero para que seja reconhecida a liberdade religiosa. Não se pode
aceitar nada disto, porque constitui uma ofensa a Deus e à dignidade humana;
além disso, é uma ameaça à segurança e à paz e impede a realização de um
desenvolvimento humano autêntico e integral.[1]
De
facto, na liberdade religiosa exprime-se a especificidade da pessoa humana,
que, por ela, pode orientar a própria vida pessoal e social para Deus, a cuja
luz se compreendem plenamente a identidade, o sentido e o fim da pessoa. Negar
ou limitar arbitrariamente esta liberdade significa cultivar uma visão redutiva
da pessoa humana; obscurecer a função pública da religião significa gerar uma
sociedade injusta, porque esta seria desproporcionada à verdadeira natureza da
pessoa; isto significa tornar impossível
a afirmação de uma paz autêntica e duradoura para toda a família humana.
Por
isso, exorto os homens e mulheres de boa vontade a renovarem o seu compromisso
pela construção de um mundo onde todos sejam livres para professar a sua
própria religião ou a sua fé e viver o seu amor a Deus com todo o coração, toda
a alma e toda a mente (cf. Mt 22, 37). Este é o sentimento que inspira e guia a
Mensagem para o XLIV Dia Mundial da Paz,
dedicada ao tema: Liberdade religiosa, caminho para a paz.
Direito sagrado à vida e a uma vida espiritual
2. O
direito à liberdade religiosa está radicado na própria dignidade da pessoa
humana,[2] cuja natureza transcendente não deve ser ignorada ou negligenciada.
Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança (cf. Gn 1, 27). Por
isso, toda a pessoa é titular do direito sagrado a uma vida íntegra, mesmo do
ponto de vista espiritual. Sem o reconhecimento do próprio ser espiritual, sem
a abertura ao transcendente, a pessoa humana retrai-se sobre si mesma, não
consegue encontrar resposta para as perguntas do seu coração sobre o sentido da
vida e dotar-se de valores e princípios éticos duradouros, nem consegue sequer
experimentar uma liberdade autêntica e desenvolver uma sociedade justa.[3]
A
Sagrada Escritura, em sintonia com a nossa própria experiência, revela o valor
profundo da dignidade humana: «Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos,
a lua e as estrelas que lá colocastes, que é o homem para que Vos lembreis
dele, o filho do homem para dele Vos ocupardes? Fizestes dele quase um ser
divino, de honra e glória o coroastes; destes-lhe poder sobre a obra das vossas
mãos, tudo submetestes a seus pés» (Sl 8, 4-7).
Perante
a sublime realidade da natureza humana, podemos experimentar a mesma admiração
expressa pelo salmista. Esta manifesta-se como abertura ao Mistério, como
capacidade de interrogar-se profundamente sobre si mesmo e sobre a origem do
universo, como íntima ressonância do Amor supremo de Deus, princípio e fim de
todas as coisas, de cada pessoa e dos povos.[4] A dignidade transcendente da
pessoa é um valor essencial da sabedoria judaico-cristã, mas, graças à razão,
pode ser reconhecida por todos. Esta dignidade, entendida como capacidade de
transcender a própria materialidade e buscar a verdade, há-de ser reconhecida
como um bem universal, indispensável na construção duma sociedade orientada para
a realização e a plenitude do homem. O respeito de elementos essenciais da
dignidade do homem, tais como o direito à vida e o direito à liberdade
religiosa, é uma condição da legitimidade moral de toda a norma social e
jurídica.
Liberdade religiosa e respeito recíproco
3. A
liberdade religiosa está na origem da liberdade moral. Com efeito, a abertura à
verdade e ao bem, a abertura a Deus, radicada na natureza humana, confere plena
dignidade a cada um dos seres humanos e é garante do respeito pleno e recíproco
entre as pessoas. Por conseguinte, a liberdade religiosa deve ser entendida não
só como imunidade da coacção mas também, e antes ainda, como capacidade de
organizar as próprias opções segundo a verdade.
Existe
uma ligação indivisível entre liberdade e respeito; de facto, «cada homem e
cada grupo social estão moralmente obrigados, no exercício dos próprios
direitos, a ter em conta os direitos alheios e os seus próprios deveres para
com os outros e o bem comum».[5]
Uma liberdade hostil ou indiferente a Deus
acaba por se negar a si mesma e não garante o pleno respeito do outro. Uma
vontade, que se crê radicalmente incapaz de procurar a verdade e o bem, não tem
outras razões objectivas nem outros motivos para agir senão os impostos pelos
seus interesses momentâneos e contingentes, não tem uma «identidade» a
preservar e construir através de opções verdadeiramente livres e conscientes.
Mas assim não pode reclamar o respeito por parte de outras «vontades», também
estas desligadas do próprio ser mais profundo e capazes, por conseguinte, de
fazer valer outras «razões» ou mesmo nenhuma «razão». A ilusão de encontrar no
relativismo moral a chave para uma pacífica convivência é, na realidade, a
origem da divisão e da negação da dignidade dos seres humanos. Por isso se
compreende a necessidade de reconhecer uma dupla dimensão na unidade da pessoa
humana: a religiosa e a social. A
este respeito, é inconcebível que os crentes «tenham de suprimir uma parte de
si mesmos – a sua fé – para serem cidadãos activos; nunca deveria ser
necessário renegar a Deus, para se poder gozar dos próprios direitos».[6]
A família, escola de liberdade e de paz
4. Se a liberdade religiosa é caminho
para a paz, a educação religiosa é estrada privilegiada para habilitar as novas
gerações a reconhecerem no outro o seu próprio irmão e a sua própria irmã, com
quem caminhar juntos e colaborar para que todos se sintam membros vivos de uma
mesma família humana, da qual ninguém deve ser excluído.
A
família fundada sobre o matrimónio, expressão de união íntima e de
complementaridade entre um homem e uma mulher, insere-se neste contexto como a
primeira escola de formação e de crescimento social, cultural, moral e
espiritual dos filhos, que deveriam encontrar sempre no pai e na mãe as
primeiras testemunhas de uma vida orientada para a busca da verdade e para o
amor de Deus. Os próprios pais deveriam ser sempre livres para transmitir, sem
constrições e responsavelmente, o próprio património de fé, de valores e de
cultura aos filhos. A família, primeira célula da sociedade humana, permanece o
âmbito primário de formação para relações harmoniosas a todos os níveis de
convivência humana, nacional e internacional. Esta é a estrada que se há-de
sapientemente percorrer para a construção de um tecido social robusto e
solidário, para preparar os jovens à assunção das próprias responsabilidades na
vida, numa sociedade livre, num espírito de compreensão e de paz.
Um património comum
5.
Poder-se-ia dizer que, entre os direitos e as liberdades fundamentais radicados
na dignidade da pessoa, a liberdade religiosa goza de um estatuto especial.
Quando se reconhece a liberdade religiosa, a dignidade da pessoa humana é
respeitada na sua raiz e reforça-se a índole e as instituições dos povos. Pelo
contrário, quando a liberdade religiosa é negada, quando se tenta impedir de
professar a própria religião ou a própria fé e de viver de acordo com elas,
ofende-se a dignidade humana e, simultaneamente, acabam ameaçadas a justiça e a
paz, que se apoiam sobre a recta ordem social construída à luz da Suma Verdade
e do Sumo Bem.
Neste sentido, a liberdade religiosa é
também uma aquisição de civilização política e jurídica. Trata-se de um bem essencial: toda
a pessoa deve poder exercer livremente o direito de professar e manifestar,
individual ou comunitariamente, a própria religião ou a própria fé, tanto em
público como privadamente, no ensino, nos costumes, nas publicações, no culto e
na observância dos ritos. Não deveria encontrar obstáculos, se quisesse
eventualmente aderir a outra religião ou não professar religião alguma. Neste
âmbito, revela-se emblemático e é uma referência essencial para os Estados o
ordenamento internacional, enquanto não consente alguma derrogação da liberdade
religiosa, salvo a legítima exigência da justa ordem pública.[7] Deste modo, o
ordenamento internacional reconhece aos direitos de natureza religiosa o mesmo status
do direito à vida e à liberdade pessoal, comprovando a sua pertença ao núcleo
essencial dos direitos do homem, àqueles direitos universais e naturais que a
lei humana não pode jamais negar.
A liberdade religiosa não é património
exclusivo dos crentes, mas da família inteira dos povos da terra. É elemento imprescindível de um
Estado de direito; não pode ser negada, sem ao mesmo tempo minar todos os direitos
e as liberdades fundamentais, pois é a sua síntese e ápice. É «o papel de
tornassol para verificar o respeito de todos os outros direitos humanos».[8] Ao
mesmo tempo que favorece o exercício das faculdades humanas mais específicas,
cria as premissas necessárias para a realização de um desenvolvimento integral,
que diz respeito unitariamente à totalidade da pessoa em cada uma das suas
dimensões.[9]
A dimensão pública da religião
6. Embora
movendo-se a partir da esfera pessoal, a liberdade religiosa – como qualquer
outra liberdade – realiza-se na relação com os outros. Uma liberdade sem
relação não é liberdade perfeita. Também a liberdade religiosa não se esgota na
dimensão individual, mas realiza-se na própria comunidade e na sociedade,
coerentemente com o ser relacional da pessoa e com a natureza pública da
religião.
O relacionamento
é uma componente decisiva da liberdade religiosa, que impele as comunidades dos
crentes a praticarem a solidariedade em prol do bem comum. Cada pessoa
permanece única e irrepetível e, ao mesmo tempo, completa-se e realiza-se
plenamente nesta dimensão comunitária.
Inegável
é a contribuição que as religiões prestam à sociedade. São numerosas as
instituições caritativas e culturais que atestam o papel construtivo dos
crentes na vida social. Ainda mais importante é a contribuição ética da
religião no âmbito político. Tal contribuição não deveria ser marginalizada ou
proibida, mas vista como válida ajuda para a promoção do bem comum. Nesta
perspectiva, é preciso mencionar a dimensão religiosa da cultura, tecida
através dos séculos graças às contribuições sociais e sobretudo éticas da
religião. Tal dimensão não constitui de modo algum uma discriminação daqueles
que não partilham a sua crença, mas antes reforça a coesão social, a integração
e a solidariedade.
Liberdade religiosa, força de liberdade e de civilização:
os perigos da sua instrumentalização
os perigos da sua instrumentalização
7. A instrumentalização da liberdade religiosa
para mascarar interesses ocultos, como por exemplo a subversão da ordem
constituída, a apropriação de recursos ou a manutenção do poder por parte de um
grupo, pode provocar danos enormes às sociedades. O fanatismo, o
fundamentalismo, as práticas contrárias à dignidade humana não se podem jamais
justificar, e menos ainda o podem ser se realizadas em nome da religião. A
profissão de uma religião não pode ser instrumentalizada, nem imposta pela
força. Por isso, é necessário que os Estados e as várias comunidades humanas
nunca se esqueçam que a liberdade
religiosa é condição para a busca da verdade e que a verdade não se impõe pela
violência mas pela «força da própria verdade».[10] Neste sentido, a
religião é uma força positiva e propulsora na construção da sociedade civil e
política.
Como se
pode negar a contribuição das grandes religiões do mundo para o desenvolvimento
da civilização? A busca sincera de Deus levou a um respeito maior da dignidade
do homem. As comunidades cristãs, com o seu património de valores e princípios,
contribuíram imenso para a tomada de consciência das pessoas e dos povos a
respeito da sua própria identidade e dignidade, bem como para a conquista de
instituições democráticas e para a afirmação dos direitos do homem e seus
correlativos deveres.
Também
hoje, numa sociedade cada vez mais globalizada, os cristãos são chamados – não
só através de um responsável empenhamento civil, económico e político, mas
também com o testemunho da própria caridade e fé – a oferecer a sua preciosa
contribuição para o árduo e exaltante compromisso em prol da justiça, do
desenvolvimento humano integral e do recto ordenamento das realidades humanas.
A exclusão da religião da vida pública subtrai a esta um espaço vital que abre
para a transcendência. Sem esta experiência primária, revela-se uma tarefa
árdua orientar as sociedades para princípios éticos universais e torna-se
difícil estabelecer ordenamentos nacionais e internacionais nos quais os
direitos e as liberdades fundamentais possam ser plenamente reconhecidos e
realizados, como se propõem os objectivos – infelizmente ainda menosprezados ou
contestados – da Declaração Universal dos direitos do homem de 1948.
Uma questão de justiça e de civilização:
o fundamentalismo e a hostilidade contra os crentes prejudicam
a laicidade positiva dos Estados
o fundamentalismo e a hostilidade contra os crentes prejudicam
a laicidade positiva dos Estados
8. A
mesma determinação, com que são condenadas todas as formas de fanatismo e de
fundamentalismo religioso, deve animar também a oposição a todas as formas de
hostilidade contra a religião, que limitam o papel público dos crentes na vida
civil e política.
Não se
pode esquecer que o fundamentalismo religioso e o laicismo são formas
reverberadas e extremas de rejeição do legítimo pluralismo e do princípio de
laicidade. De facto, ambas absolutizam uma visão redutiva e parcial da pessoa
humana, favorecendo formas, no primeiro caso, de integralismo religioso e, no
segundo, de racionalismo. A sociedade, que quer impor ou, ao contrário, negar a
religião por meio da violência, é injusta para com a pessoa e para com Deus,
mas também para consigo mesma. Deus chama a Si a humanidade através de um
desígnio de amor, o qual, ao mesmo tempo que implica a pessoa inteira na sua
dimensão natural e espiritual, exige que lhe corresponda em termos de liberdade
e de responsabilidade, com todo o coração e com todo o próprio ser, individual
e comunitário. Sendo assim, também a sociedade, enquanto expressão da pessoa e
do conjunto das suas dimensões constitutivas, deve viver e organizar-se de modo
a favorecer a sua abertura à transcendência. Por isso mesmo, as leis e as
instituições duma sociedade não podem ser configuradas ignorando a dimensão
religiosa dos cidadãos ou de modo que prescindam completamente da mesma; mas
devem ser comensuradas – através da obra democrática de cidadãos conscientes da
sua alta vocação – ao ser da pessoa, para o poderem favorecer na sua dimensão
religiosa. Não sendo esta uma criação do Estado, não pode ser manipulada, antes
deve contar com o seu reconhecimento e respeito.
O
ordenamento jurídico a todos os níveis, nacional e internacional, quando
consente ou tolera o fanatismo religioso ou anti-religioso, falta à sua própria
missão, que consiste em tutelar e promover a justiça e o direito de cada um.
Tais realidades não podem ser deixadas à mercê do arbítrio do legislador ou da
maioria, porque, como já ensinava Cícero, a justiça consiste em algo mais do
que um mero acto produtivo da lei e da sua aplicação. A justiça implica reconhecer
a cada um a sua dignidade,[11] a qual, sem liberdade religiosa garantida e
vivida na sua essência, fica mutilada e ofendida, exposta ao risco de cair sob
o predomínio dos ídolos, de bens relativos transformados em absolutos. Tudo
isto expõe a sociedade ao risco de totalitarismos políticos e ideológicos, que
enfatizam o poder público, ao mesmo tempo que são mortificadas e coarctadas,
como se lhe fizessem concorrência, as liberdades de consciência, de pensamento
e de religião.
Diálogo entre instituições civis e religiosas
9. O
património de princípios e valores expressos por uma religiosidade autêntica é
uma riqueza para os povos e respectivas índoles: fala directamente à
consciência e à razão dos homens e mulheres, lembra o imperativo da conversão
moral, motiva para aperfeiçoar a prática das virtudes e aproximar-se
amistosamente um do outro sob o signo da fraternidade, como membros da grande
família humana.[12]
No
respeito da laicidade positiva das instituições estatais, a dimensão pública da
religião deve ser sempre reconhecida. Para isso, um diálogo sadio entre as
instituições civis e as religiosas é fundamental para o desenvolvimento
integral da pessoa humana e da harmonia da sociedade.
Viver no amor e na verdade
10. No
mundo globalizado, caracterizado por sociedades sempre mais multiétnicas e pluriconfessionais,
as grandes religiões podem constituir um factor importante de unidade e paz
para a família humana. Com base nas suas próprias convicções religiosas e na
busca racional do bem comum, os seus membros são chamados a viver
responsavelmente o próprio compromisso num contexto de liberdade religiosa. Nas
variadas culturas religiosas, enquanto há que rejeitar tudo aquilo que é contra
a dignidade do homem e da mulher, é preciso, ao contrário, valer-se daquilo que
resulta positivo para a convivência civil.
O espaço
público, que a comunidade internacional torna disponível para as religiões e
para a sua proposta de «vida boa», favorece o aparecimento de uma medida
compartilhável de verdade e de bem e ainda de um consenso moral, que são
fundamentais para uma convivência justa e pacífica. Os líderes das grandes
religiões, pela sua função, influência e autoridade nas respectivas
comunidades, são os primeiros a ser chamados ao respeito recíproco e ao
diálogo.
Os
cristãos, por sua vez, são solicitados pela sua própria fé em Deus, Pai do
Senhor Jesus Cristo, a viver como irmãos que se encontram na Igreja e colaboram
para a edificação de um mundo, onde as pessoas e os povos «não mais praticarão
o mal nem a destruição (...), porque o conhecimento do Senhor encherá a terra,
como as águas enchem o leito do mar» (Is 11, 9).
Diálogo como busca em comum
11. Para
a Igreja, o diálogo entre os membros de diversas religiões constitui um
instrumento importante para colaborar com todas as comunidades religiosas para
o bem comum. A própria Igreja nada rejeita do que nessas religiões existe de
verdadeiro e santo. «Olha com sincero respeito esses modos de agir e viver,
esses preceitos e doutrinas que, embora se afastem em muitos pontos daqueles
que ela própria segue e propõe, todavia reflectem não raramente um raio da
verdade que ilumina todos os homens».[13]
A estrada indicada não é a do
relativismo nem do sincretismo religioso. De facto, a Igreja «anuncia, e tem mesmo a obrigação
de anunciar incessantemente Cristo, “caminho, verdade e vida” (Jo 14, 6), em
quem os homens encontram a plenitude da vida religiosa e no qual Deus
reconciliou consigo mesmo todas as coisas».[14] Todavia isto não exclui o
diálogo e a busca comum da verdade em diversos âmbitos vitais, porque, como diz
uma expressão usada frequentemente por São Tomás de Aquino, «toda a verdade,
independentemente de quem a diga, provém do Espírito Santo».[15]
Em
2011, tem lugar o 25º aniversário da Jornada Mundial de Oração pela Paz, que o
Venerável Papa João Paulo II convocou em Assis em 1986. Naquela ocasião,
os líderes das grandes religiões do mundo deram testemunho da religião como
sendo um factor de união e paz, e não de divisão e conflito. A recordação
daquela experiência é motivo de esperança para um futuro onde todos os crentes
se sintam e se tornem autenticamente obreiros de justiça e de paz.
Verdade moral na política e na diplomacia
12. A política e a diplomacia deveriam
olhar para o património moral e espiritual oferecido pelas grandes religiões do
mundo, para reconhecer e afirmar verdades, princípios e valores universais que
não podem ser negados sem, com os mesmos, negar-se a dignidade da pessoa
humana. Mas, em termos práticos, que significa promover a verdade moral no
mundo da política e da diplomacia? Quer dizer agir de maneira responsável com
base no conhecimento objectivo e integral dos factos; quer dizer desmantelar
ideologias políticas que acabam por suplantar a verdade e a dignidade humana e
pretendem promover pseudo-valores com o pretexto da paz, do desenvolvimento e
dos direitos humanos; quer dizer favorecer um empenho constante de fundar a lei
positiva sobre os princípios da lei natural.[16] Tudo isto é necessário e
coerente com o respeito da dignidade e do valor da pessoa humana, sancionado
pelos povos da terra na Carta da Organização das Nações Unidas de 1945, que
apresenta valores e princípios morais universais de referência para as normas,
as instituições, os sistemas de convivência a nível nacional e internacional.
Para além do ódio e do preconceito
13.
Não obstante os ensinamentos da história e o compromisso dos Estados, das
organizações internacionais a nível mundial e local, das organizações não
governamentais e de todos os homens e mulheres de boa vontade que cada dia se
empenham pela tutela dos direitos e das liberdades fundamentais, ainda hoje no
mundo se registam perseguições, descriminações, actos de violência e de
intolerância baseados na religião. De modo particular na Ásia e na África, as
principais vítimas são os membros das minorias religiosas, a quem é impedido de
professar livremente a própria religião ou mudar para outra, através da
intimidação e da violação dos direitos, das liberdades fundamentais e dos bens
essenciais, chegando até à privação da liberdade pessoal ou da própria vida.
Temos depois, como já disse, formas
mais sofisticadas de hostilidade contra a religião, que nos países ocidentais
se exprimem por vezes com a renegação da própria história e dos símbolos
religiosos nos quais se reflectem a identidade e a cultura da maioria dos
cidadãos. Frequentemente tais formas fomentam o ódio e o preconceito e não são
coerentes com uma visão serena e equilibrada do pluralismo e da laicidade das
instituições, sem contar que as novas gerações correm o risco de não entrar em
contacto com o precioso património espiritual dos seus países.
A defesa da religião passa pela defesa
dos direitos e liberdades das comunidades religiosas. Assim, os líderes das
grandes religiões do mundo e os responsáveis das nações renovem o compromisso
pela promoção e a tutela da liberdade religiosa, em particular pela defesa das
minorias religiosas; estas não constituem uma ameaça contra a identidade da
maioria, antes, pelo contrário, são uma oportunidade para o diálogo e o mútuo
enriquecimento cultural. A sua defesa representa a maneira ideal para
consolidar o espírito de benevolência, abertura e reciprocidade com que se
há-de tutelar os direitos e as liberdades fundamentais em todas as áreas e
regiões do mundo.
Liberdade religiosa no mundo
14. Dirijo-me, por fim, às
comunidades cristãs que sofrem perseguições, discriminações, actos de violência
e intolerância, particularmente na Ásia, na África, no Médio Oriente e de modo
especial na Terra Santa, lugar escolhido e abençoado por Deus. Ao mesmo tempo
que lhes renovo a expressão do meu afecto paterno e asseguro a minha oração,
peço a todos os responsáveis que intervenham prontamente para pôr fim a toda a
violência contra os cristãos que habitam naquelas regiões. Que os discípulos de
Cristo não desanimem com as presentes adversidades, porque o testemunho do
Evangelho é e será sempre sinal de contradição.
Meditemos no nosso coração as
palavras do Senhor Jesus: «Felizes os que choram, porque hão-se ser consolados.
(...) Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. (...)
Felizes sereis quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e,
mentido, vos acusarem de toda a espécie de mal. Alegrai-vos e exultai, pois é
grande nos Céus a vossa recompensa» (Mt 5, 4-12). Por isso, renovemos «o
compromisso por nós assumido no sentido da indulgência e do perdão – que
invocamos de Deus para nós, no “Pai-nosso” – por havermos posto, nós próprios,
a condição e a medida da desejada misericórdia: “perdoai-nos as nossas ofensas assim
como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”(Mt 6, 12)».[17] A violência não se
vence com a violência. O nosso grito de dor seja sempre acompanhado pela fé,
pela esperança e pelo testemunho do amor de Deus. Faço votos também de que
cessem no Ocidente, especialmente na Europa, a hostilidade e os preconceitos
contra os cristãos pelo facto de estes pretenderem orientar a própria vida de
modo coerente com os valores e os princípios expressos no Evangelho. Mais
ainda, que a Europa saiba reconciliar-se com as próprias raízes cristãs, que
são fundamentais para compreender o papel que teve, tem e pretende ter na
história; saberá assim experimentar justiça, concórdia e paz, cultivando um
diálogo sincero com todos os povos.
Liberdade religiosa, caminho para a paz
15. O mundo tem necessidade de Deus;
tem necessidade de valores éticos e espirituais, universais e compartilhados, e
a religião pode oferecer uma contribuição preciosa na sua busca, para a
construção de uma ordem social justa e pacífica a nível nacional e internacional.
A paz é um dom de Deus e, ao mesmo
tempo, um projecto a realizar, nunca totalmente cumprido. Uma sociedade
reconciliada com Deus está mais perto da paz, que não é simples ausência de
guerra, nem mero fruto do predomínio militar ou económico, e menos ainda de
astúcias enganadoras ou de hábeis manipulações. Pelo contrário, a paz é o
resultado de um processo de purificação e elevação cultural, moral e espiritual
de cada pessoa e povo, no qual a dignidade humana é plenamente respeitada.
Convido todos aqueles que desejam tornar-se obreiros de paz e sobretudo os
jovens a prestarem ouvidos à própria voz interior, para encontrar em Deus a
referência estável para a conquista de uma liberdade autêntica, a força
inesgotável para orientar o mundo com um espírito novo, capaz de não repetir os
erros do passado. Como ensina o Servo de Deus Papa Paulo VI, a cuja sabedoria e
clarividência se deve a instituição do Dia Mundial da Paz, «é preciso, antes de
mais nada, proporcionar à Paz outras armas, que não aquelas que se destinam a
matar e a exterminar a humanidade. São necessárias sobretudo as armas morais,
que dão força e prestígio ao direito internacional; aquela arma, em primeiro
lugar, da observância dos pactos».[18] A liberdade religiosa é uma autêntica
arma da paz, com uma missão histórica e profética. De facto, ela valoriza e faz
frutificar as qualidades e potencialidades mais profundas da pessoa humana,
capazes de mudar e tornar melhor o mundo; consente alimentar a esperança num
futuro de justiça e de paz, mesmo diante das graves injustiças e das misérias
materiais e morais. Que todos os homens e as sociedades aos diversos níveis e
nos vários ângulos da terra possam brevemente experimentar a liberdade
religiosa, caminho para a paz!
Vaticano, 8
de Dezembro de 2010.
BENEDICTUS PP XVI
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
8ª sondagem - Achas que 2011 vai ser um ano melhor?
Pergunta típica de ano novo. Poucas
respostas, muita gente de férias, mas mesmo assim nota-se bastante optimismo. É
bom sinal… Fica aqui uma mensagem do bispo de Santarém para este ano.
Mensagem de Ano Novo de D. Manuel Pelino
Construtores da paz e da justiça
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sábado, 22 de janeiro de 2011
Mensagem de Ano Novo do padre Rui
O Padre Rui, um grande amigo do nosso
grupo de jovens e que está sempre a acompanhar a nossa caminhada, não se
esqueceu de nós no inicio deste ano. Assim, partilhou connosco uma Invocação de Benção sobre família,
comunidade e amigos para o do Ano Novo 2011.
« O Senhor te
abençoe e te guarde !
O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face,
e se compadeça de ti !
O Senhor volte para ti o seu rosto
e te dê a paz !’
Assim invocarão o meu nome
sobre os filhos de Israel
e Eu os abençoarei ! »
(Nm 6, 22-27).
Foi desta forma que o Padre Rui nos
desejou um bom ano de 2011.
Bom ano
também para o Padre Rui e obrigada por tudo!
Jantar de Natal - 17 de Dezembro de 2010
No dia 17
de Dezembro de 2010, realizámos o nosso jantar de Natal. Este jantar é sempre
um momento de convívio em que encerramos as nossas actividades até Janeiro e
onde fazemos um balanço do nosso trabalho até à data.
O jantar
foi preparado e organizado pela Raquel e pelo Zenilson, sendo que todos ajudámos
no que foi necessário, nomeadamente, na decoração do espaço. Cada um levou
alguns dos seus enfeites de Natal para que o ambiente do jantar fosse o mais
natalício possível, sendo que um dos elementos fundamentais não poderia faltar:
o presépio. Também tivemos direito a uma pequena árvore de Natal e algumas
velas.
Enquanto
decorria o jantar, estivemos todos juntos a conversar e a conviver. Como sempre
foi muito animado e divertido.
No final da noite, fizemos o balanço das
nossas actividades e é com alegria que verificámos que existem poucas criticas
negativas tanto às reuniões como às actividades exteriores. Aproveitámos,
ainda, este momento para definir as actividades a realizar no 1º trimestre do
ano 2011.
Foi assim
mais um dos nossos momentos de convívio em grupo, que esperamos poder repetir
muito mais vezes.
Lígia Rolo
Missa no lar de idosos da Quinta da Princesa - 12 de Dezemro de 2010
Estamos na época de Natal e neste dia
realizámos uma das nossas actividade de Natal, que é ir celebrar uma missa no
Lar de Idosos da Quinta de Princesa. Não é só por ser Natal que o fazemos, mas
o grupo tem mais actividades ao longo do ano e por vezes é difícil gerir tantas
vontades, por isso preferimos menos quantidade, mas com qualidade.
Quando chegámos ao Lar os idosos ainda
estavam a acabar de lanchar, por isso tivemos de esperar um pouco e depois
ajudámos as auxiliares a sentá-los e a arrumar o refeitório onde foi celebrada
a missa. Para celebrar a missa contámos com a ajuda do Padre Leo.
A missa lá decorreu, connosco no coro
que contava com dois guitarristas e fomos também os leitores. Para além dos
idosos, também estiveram presentes alguns familiares e as auxiliares. Foi uma
missa bonita, com eles a olharem para nós tão ternos a escutarem a Palavra e
nós a sorrirmos para eles.
No fim, desejámos-lhes um Bom Natal e
agradecemos às pessoas que cuidam deles e deixámos um pequeno mimo: rebuçados,
que foram distribuídos por nós com beijinhos e apertos de mão. No meio desta
festa ainda fomos falando com alguns que nos contavam histórias e tirando
fotografias com outros.
Deixámos
o Lar e fizemos o nosso balanço: alguns dos nossos membros nunca tinha visitado
o Lar e para esses foi uma agradável surpresa, pois dizem que algumas situações
que viram, no início os deixaram perturbados e fizeram-lhes alguma confusão,
mas depois do primeiro impacto gostaram imenso. Contudo, esperamos que na próxima
ida participem ainda mais jovens.
P.S. – Nunca
se esqueçam dos mais velhos, pois é graças a eles que estamos cá, e mesmo que
por vezes nos pareçam aborrecidos, aprendemos sempre algo com eles e não custa
escutarmos. Para eles basta-lhes ver uma cara nova e um grande sorriso.
Mª Inês Freitas
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lar de idosos
Reunião de 10 de Dezembro de 2010
No passado dia 10 de Dezembro de 2010
tivemos uma reunião diferente com uma convidada especial. Foi uma reunião sobre
um tema bastante actual para a vida do cristão, o Advento e foi preparada pela
Cláudia Espírito Santo, nossa amiga e ex-catequista de alguns de nós.
Para entrar no espírito da reunião e da
época começámos por ouvir uma música bastante calma que falava de Jesus. Depois
lemos uma pequena história, que reflectia duas vivências do Natal e no fundo
nos mostra como ele é visto na actualidade. A história intitulava-se “Viste-O
chegar na noite de Natal?” de João César
das Neves
No fim de analisar a história, dizendo
qual das passagens nos marcou mais, tentámos individualizar e falar de nós próprios,
para tal respondemos as estas perguntas:
“Que Jesus espero encontrar neste Natal?” e “O que me
impede de me encontrar plenamente com Ele?”.
Foi algo difícil, pois ao tentarmos
responder a estas perguntas temos a tendência de generalizar e de falar dos
outros, quando o objectivo era fazer um exame de consciência, para partilhar
com o grupo, mas principalmente para nós mesmos.
Foi uma
muito boa reunião onde todos nós pensámos e partilhámos em grupo, uma forma de
viver melhor e mais intensamente o Advento e o Natal.
André Simão
domingo, 16 de janeiro de 2011
2ª catequese JMJ - 3 de Dezembro de 2010
A 2ª catequese de preparação para as
JMJ decorreu na Igreja João Baptista Scalabrini no dia 3 de Dezembro de 2010
pelas 21 e 30.
Por volta das 21 horas começou o
acolhimento a todos os que vieram à catequese com a apresentação de uns vídeos
com os hinos das Jornadas anteriores e com a recepção da Cruz da diocese de
Setúbal que nos irá acompanhar até e em Madrid.
O tema da catequese foi “JMJ e a
Palavra de Deus”, em que se falou que muitas vezes tentamos recolher-nos em silêncio
para tentar discernir sobre algo, mas não conseguimos pois a nossa cabeça está
cheia de palavras.
Mas ao escutarmos a Palavra de Deus,
conseguimos “acalmar-nos” e assim discernir sem perturbações.
Mais
uma catequese enriquecedora nesta caminhada de preparação para Madrid.
Em Janeiro há mais!
Tiago Espírito Santo
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
7ª sondagem - Vais à Missa do Galo?
Sondagem feita antes do Natal. Pouca participação pelos vistos coincidente com a pouca participação prevista na Missa do Galo. Fica aqui alguma informação sobre esta missa especial, de forma a tentar inverter esta sondagem no futuro.
Missas de Natal
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=40648
Única celebração do calendário litúrgico que contempla três eucaristias: a da noite, a da aurora e a do dia
Papa Bento XVI celebra a Missa do Galo
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/12/papa-bento-xvi-celebra-missa-do-galo.html
Segurança na Basílica de São Pedro foi reforçada após ataques em Roma.
Cerimónia foi antecipada em duas horas para poupar saúde do pontífice.
Cerimónia foi antecipada em duas horas para poupar saúde do pontífice.
Bento XVI apela à verdadeira fraternidade
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=83449
Homilia na noite de Natal deixou uma oração pela «paz sem fim»
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=83449
Homilia na noite de Natal deixou uma oração pela «paz sem fim»
Homilia de Bento XVI na Missa do Galo
Etiquetas:
sondagem
domingo, 26 de dezembro de 2010
Reunião de 26 de Novembro de 2010
Na passada
sexta feira dia 26 de Novembro levámos a cabo o inicio de um dos projectos
definidos no balanço do ano passado e na programação deste. Ficou no ar o objectivo
de tentar fazer um acompanhamento, com a realização de algumas actividades,
vocacionado para os catequizandos do 10º volume de modo a que quando acabem a
catequese já estejam informados e seja mas fácil ingressarem num grupo de
jovens.
Começámos
a noite com um jogo, para quebrar o gelo e deixar quem é novo mais à vontade.
Depois de uns momentos divertidos e bem passados fizemos uma apresentação
digital do grupo. Esta contou com uma breve introdução aos grupos de jovens no
geral, de forma a focá-los e a esclarecê-los. Seguiu-se então a nossa história
e propósito, as nossas reuniões e no fim vários vídeos das nossas actividades.
A reunião
correu bem e ficou na ideia de todos voltar a fazer este tipo de actividades.
Esperemos que muitos dos que vieram a esta reunião, num futuro próximo passem a
fazer parte do grupo.
André Simão
6ª sondagem - Vais preparar-te bem neste Advento?
Aqui vai mais uma sondagem. Esta realizada
no Advento. Quisemos saber se os nossos visitantes estavam a pensar
fazer alguma coisa nesta altura…
Catecismo da Igreja Católica
O que é o Advento?
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
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