domingo, 27 de maio de 2012

Reunião de 20 de Abril de 2012


     Na passada sexta-feira dia 20 de Abril, visto que alguns elementos do grupo tiveram reunião de catequistas, os restantes ficaram a adiantar algumas coisas pendentes. Foram divididas as pessoas em dois pequenos grupos, em que um ajudava a o Pablo a fazer as lembranças para entregar no dia da oração vicarial e o outro elaborava um puzzle para a Exposição de Scalabrini.



      Após isto, comemorámos os 4 anos do Grupo de Jovens Scalabriniano e convivemos. O Bolo teve o logotipo do nosso grupo.  



Teresa Carrilho


Festival Paroquial da Canção da Amora - 15 de Abril de 2012


      No passado dia 15 de Abril de 2012 realizou-se na Igreja João Baptista Scalabrini o Festival da Canção Paroquial da Amora. O objectivo deste evento foi apurar duas das quatro músicas a concurso para representarem a nossa paróquia de Amora no 23ºFestival da Canção Vicarial Jovem Cristã, a decorrer no dia 19 de Maio em Corroios organizado por Vale de Milhaços.



       As músicas apresentadas foram elaboradas com base no tema: “Alegrai-vos no Senhor, alegrai-vos”, sendo que tanto a letra como a música devem ser inéditas.
Participaram, então, duas músicas dos escuteiros, uma do coro juvenil e uma do nosso Grupo de Jovens Scalabriniano. 


       Este festival foi muito importante para todos nós, pois permitiu que todos os jovens da nossa paróquia trabalhassem em conjunto para que este dia corresse pelo melhor. Tivemos como convidados extra-concurso os Day By Dei e o grupo de dança da comunidade da Quinta da Princesa. 


      O nosso júri também teve a oportunidade de mostrar o seu talento musical apresentando o hino dos festivais da canção vicariais de título: “Andando Vou”.


        No fim, atribuiu-se o 1ºlugar aos escuteiros e o 2ºlugar ao coro juvenil, sendo estes então os nossos representantes no Festival da Canção Vicarial deste ano.


        Esta foi uma experiência fantástica para os elementos do nosso grupo, pois foi mais um ponto de união entre nós e sentimos todos um enorme orgulho por termos conseguido criar uma música sozinhos.
        Boa sorte Amora!!

Lígia Rolo

Reunião de 13 de Abril de 2012


      No dia 13 de Abril a nossa reunião, apresentada pelo seminarista Pablo, teve como “tema” a Lectio Divina do Domingo de 15 de Abril, 2º Domingo da Páscoa – Ano B. Esta, iniciou-se com a leitura de uma passagem da Bíblia, João 20, 19-31, referente à primeira aparição de Jesus, depois da sua ressurreição, aos discípulos.

      Analisámos a leitura, dividindo-a em três partes:
1.     Jesus aparece a seus discípulos;
2.    Incredulidade de Tomé e resposta de Jesus;
3.    Motivo pelo qual se escreveu o Evangelho de João.

      Com esta análise pudemos concluir que muitas vezes tomamos, erradamente, a atitude Tomé, que apenas acreditou quando viu. É esta a mensagem que Jesus nos quer passar “Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!” e envia, por isso, aos discípulos, a paz, que lhes dá alegria, e o Espírito Santo que lhes dá a missão. Eles vão, então, pelo mundo cumprir esta missão de evangelizar todos os povos que nos nossos dias é a nossa missão.

http://www.lectionautas.com.br/leitura-orante/109-lectio-divina-domingo-15-de-abril-de-2012-2o-domingo-de-pascoa--ano-b

Margarida Calqueiro

Missa no lar de idosos da Quinta da Princesa - 1 de Abril de 2012


     No passado dia 1 de Abril de 2012, por alturas da Páscoa, o nosso grupo fez uma visita ao lar de idosos da Quinta da Princesa. Encontrámo-nos no Parque do Serrado e seguimos juntos até ao lar, onde começámos por animar a missa celebrada pelo padre Leo e que contou também com o auxílio do Pablo.


     No fim da missa, oferecemos aos utentes do lar uns pequenos brindes feitos por nós com umas amêndoas. Além disso, conversámos com alguns deles, o que os deixou muito contentes por poderem receber alguns sorrisos e atenção da nossa parte, uma vez que, para muitos deles, as visitas de familiares e outras pessoas são uma rara alegria.


     Como tal, é muito importante que nós, como jovens, façamos estas visitas de vez em quando, até porque todos nós temos imenso a aprender com os mais velhos e não custa nada animar-lhes um dia que seja.

Ana Sofia Ferreira

Via Sacra de Jesus migrante e refugiado - 30 de Março de 2012


      Na passada sexta-feira dia 30 de Março de 2012 o Grupo de Jovens Scalabriniano juntou-se a alguns dos membros dos Jovens Leigos Scalabrinianos para em conjunto fazer uma Via Sacra no exterior do Seminário Scalabriniano da Amora.
      Como estamos em pleno ano vocacional scalabriniano, o seminarista Pablo trouxe-nos a proposta de realizarmos uma Via Sacra de Jesus Migrante e Refugiado que juntasse a reflexão na Paixão de Jesus Cristo ao muito que os migrantes sofrem por este mundo fora. Numa Via Sacra acompanhamos o caminho percorrido por Jesus, através da Sua dor, sofrimento e por fim morte. No entanto tudo isto tem um objectivo e termina com a Sua ressurreição que nos dá a esperança de uma vida nova e diferente. Esta Via Sacra em particular é dirigida a todas as pessoas e comunidades que estão em migração ou são refugiados e àquelas que trabalham e ajudam os migrantes.


      Foi uma Via Sacra diferente que não se focou só nos últimos momentos de Jesus mas em toda a sua vida sempre fazendo um paralelo com o Jesus migrante. As estações desta nossa Via Sacra foram:

Primeira estação: Maria e José fogem para o Egipto com o Menino Jesus

E tendo eles se retirado, eis que o Anjo do Senhor apareceu a José em sonhos, dizendo: “Levanta-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egipto e permanece lá até que eu te diga, porque Herodes está a procurar o menino para o matar. José levantou-se, tomou o menino e sua mãe, de noite e foi para o Egipto. E esteve lá, até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo Profeta, que diz: “Do Egipto chamei o meu Filho”.
Mt 2:13-15


Objectos: Brinquedos (bonecas)

Segunda estação: Jesus é tentado pelo demónio no deserto

Então Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces em alguma pedra. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então lhe disse Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.
Mt 4,1-11


Objectos: Espinhos e pedras

Terceira estação: Jesus vai viver na Galileia

Jesus, porém, ouvindo que João estava preso, voltou para a Galileia; E, deixando Nazaré, foi habitar em Cafarnaum, cidade marítima, nos confins de Zabulão e Neftali, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías, que diz: Terra de Zabulão e  terra de Neftali…, junto ao caminho do mar, além do Jordão,  Galileia das nações…O povo, que estava sentado nas trevas, viu uma grande luz; e aos que estavam sentados na região e na sombra da morte, a luz resplandeceu.
Mt 4,12-16


Objectos: Mundo e quadro de Scalabrini

Quarta estação: Jesus é traído por Judas

Então um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes, e disse: O que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E eles lhe ofereceram trinta moedas de prata. E desde então buscava oportunidade para o entregar.
Mt 26,14-16


Objectos: Moedas

Quinta estação: Jesus reza no horto do Getsémani

Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsémani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu começaram a entristecer-se e a angustiar-se muito. Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.
Mt 26, 36- 39


Objectos: Ramos

Sexta estação: Jesus é preso

E, estando ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos doze, e com ele grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. E o que o traía tinha-lhes dado um sinal, dizendo: O que eu beijar é esse; prendei-o. E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo, Rabi; e beijou-o. Jesus, porém, lhe disse: Amigo, a que vieste? Então, aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus, e o prenderam.
Mt 26,47- 50


Objectos: Machado e pau

Sétima estação: Jesus é interrogado pelos chefes dos sacerdotes

Ora, os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para poderem dar-lhe a morte; E não o achavam; apesar de se apresentarem muitas testemunhas falsas, não o achavam. Mas, por fim chegaram duas testemunhas falsas, E disseram: Este disse: Eu posso derrubar o templo de Deus, e reedificá-lo em três dias. E, levantando-se o sumo-sacerdote, disse-lhe: Não respondes coisa alguma ao que estes depõem contra ti? Jesus, porém, guardava silêncio.
Mt 26,59-63


Objectos: Jornais e comando de televisão

Oitava estação: Jesus é condenado á morte

Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem. E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte. E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito. E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos Judeus? Porque ele bem sabia que por inveja os principais dos sacerdotes o tinham entregado. Mas os principais dos sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás. E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais Rei dos Judeus? E eles tornaram a clamar: Crucifica-o. Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E eles cada vez clamavam mais: Crucifica-o. Então Pilatos querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás e, açoitado Jesus, o entregou para ser crucificado.
Mc 15,6-15


Objectos: Chaves

Nona estação: Jesus cai debaixo do peso da cruz

E seguia-a grande multidão de povo e de mulheres, as quais batiam nos peitos, e o lamentavam. Jesus, porém, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai antes por vós mesmas, e por vossos filhos. E também conduziram outros dois, que eram malfeitores, para com ele serem mortos.
Lc 23, 27-28.32


Objectos: Cruz

Décima estação: Simão de Cirene ajuda Jesus a levar a cruz

E quando o iam levando, tomaram um certo Simão, Cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse após Jesus.
Lc 23,26


Objectos: Cartaz vocacional scalabriniano

Décima primeira estação: Jesus é despojado de suas vestes

Tendo, pois, os soldados crucificado a Jesus, tomaram as suas vestes, e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e também a túnica. A túnica, porém, tecida toda de alto a baixo, não tinha costura. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será. Para que se cumprisse a Escritura que diz: Repartiram entre si as minhas vestes, E sobre a minha vestidura lançaram sortes. Os soldados, pois, fizeram estas coisas.
Jo 19,23-24


Objectos: Sapatos e vestes

Décima segunda estação: Jesus é crucificado entre os malfeitores

E era a hora terceira, quando o crucificaram. E por cima dele estava escrita a sua acusação: O REI DOS JUDEUS. E crucificaram com ele dois salteadores, um à sua direita, e outro à esquerda.
Mc 15,25-27


Objectos: Martelo, pregos e vara

Décima terceira estação: As mulheres ao pé da cruz

E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria mulher de Clopas, e Maria Madalena. Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.
Jo 19,25-27


Objectos: Imagem de Nossa Senhora

Décima quarta estação: Jesus morre na cruz

E desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra, até à hora nona. E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Este chama por Elias, E logo um deles, correndo, tomou uma esponja, e embebeu-a em vinagre, e, pondo-a numa cana, dava-lhe de beber. Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo. E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito.
Mt 27,45-50


Objectos: Imagem de Jesus crucificado

Décima quinta estação: Jesus Ressuscitado acompanha os seus discípulos

E eis que no mesmo dia iam dois deles para uma aldeia, que distava de Jerusalém sessenta estádios, cujo nome era Emaús. E iam falando entre si de tudo aquilo que havia sucedido. E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles. Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem. E ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes? E, respondendo um, cujo nome era Cléofas, disse-lhe: És tu só peregrino em Jerusalém, e não sabes as coisas que nela têm sucedido nestes dias? E ele lhes perguntou: Quais? E eles lhe disseram: As que dizem respeito a Jesus Nazareno, que foi homem profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; E como os principais dos sacerdotes e os nossos príncipes o entregaram à condenação de morte, e o crucificaram. E nós esperávamos que fosse ele o que remisse Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram. É verdade que também algumas mulheres dentre nós nos maravilharam, as quais de madrugada foram ao sepulcro; E, não achando o seu corpo, voltaram, dizendo que também tinham visto uma visão de anjos, que dizem que ele vive. E alguns dos que estavam connosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; porém, a ele não o viram. E ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras. E chegaram à aldeia para onde iam, e ele fez como quem ia para mais longe. E eles o constrangeram, dizendo: Fica connosco, porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles. E aconteceu que, estando com eles à mesa, tomando o pão, o abençoou e partiu-o, e lho deu. Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes. E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?
Lc 24:13-32

 
Objectos: Pão e Bíblia

André Simão