quinta-feira, 28 de junho de 2012

Reunião de 18 de Maio de 2012


      Na passada sexta – feira dia 18 de Maio de 2012 continuámos á assistir á 2ª parte do filme biográfico sobre a vida do Papa João Paulo II.
Esta parte começa com o conclave que o elegeu Papa, num dos papados mais longos da história. Vimos as dificuldades que apareceram devido á nacionalidade do Papa, ainda para mais em plena Guerra Fria e da tenacidade como João Paulo II lutou por um mundo mais livre e justo. Para isso foi importante entre outras coisas a viagem sem qualquer garantia de segurança ao seu país Natal, a Polónia que inspirou os executores da posterior revolução pacífica do país.
   Foram marcantes também os momentos do atentado e a representação do seu posterior perdão á pessoa que contra ele atirou. Nesta altura do filme apareceu a referência á grande devoção que o Papa ganhou por Nossa Senhora, com várias visitas ao nosso país (Fátima).
     João Paulo II tinha como objectivo conduzir a Igreja em direcção ao novo milénio, que pretendia que fosse um milénio sem guerras. Teve alguns reversos no fim da vida com a Guerra do Golfo e mais recentemente com o atentado do 11 de Setembro de 2001.
     O filme acabou com o desenvolvimento da doença de Parkinson e mostrou a forma crente como o Papa viveu esses momentos finais da vida.
      Foi aclamado e chorado aquando da sua morte a 2 de Abril de 2005 e é reconhecido por todos como brevemente Santo Karol Wojtyła.

André Simão

Reunião de 11 de Maio de 2012


      No passado dia 11 de Maio a reunião do grupo foi dedicada a ver uma parte de um filme que retrata a vida do Papa João Paulo II. Neste filme pudemos verificar a dedicação do Papa João Paulo II aos jovens, e o seu empenho em alcançar a paz sem recorrer à violência.
      Antes de se tornar pároco, Karol Wojtyla praticava teatro amador e era um verdadeiro entusiasta das artes e da cultura, vivendo uma vida normal de estudante. Quando a 2ª Guerra Mundial despoletou e a Polónia foi ocupada pela Alemanha, Wojtyla e os seus amigos depararam-se com muitas decisões difíceis e situações extremamente complicadas. Wojtyla viu-se perante o dilema de defender a sua vida e a sua pátria ou defender os seus valores, concluindo que, ao contrário de alguns dos seus amigos, podia fazer ambas. A guerra levou-o a entender o que era realmente importante para si e a clarificar o chamamento que sentia, o que o fez juntar-se a um seminário, para que pudesse seguir a vida religiosa.
      Durante a sua vida, Karol Wojtyla, mais tarde, o Papa João Paulo II, nunca perdeu a sua fé nos jovens, e sempre teve a capacidade de amar e perdoar os outros.

Ana Marta Rodrigues

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Reunião de 4 de Maio de 2012


     Nesta sexta, ao entrarmos na sala, foi-nos pedido para se sentarem rapazes de um lado e raparigas do outro. Algo muito estranho se iria passar...
      Ao olharmos para o quadro vimos que haviam duas imagens: uma era um desenho de um rapaz e a outra era um desenho de uma rapariga, estando ambos vestidos.
      Então começámos a perceber o que se iria passar e o Pablo explicou que o tema da reunião seria o namoro cristão.
      Este é um tema que traz sempre algum tabu, porém o Pablo pôs-nos à vontade e disse que podíamos perguntar tudo o que quiséssemos e que não era preciso termos vergonha. Começou por nos perguntar o que eram para nós o amor e o namorar. Surgiram algumas respostas, embora com alguma timidez, como se aquelas fossem perguntas para as quais as respostas eram óbvias.
      Depois, jogámos um jogo que consistia em fazer 5 perguntas à equipa adversária relacionadas com a sexualidade da equipa que perguntava, ou seja, a equipa feminina tinha que arranjar 5 perguntas sobre a sexualidade feminina para perguntar aos rapazes, sendo que havia um porta-voz de cada equipa que colocava a pergunta e escolhia qual o membro que teria que responder. Por cada resposta errada, o porta-voz da equipa da equipa que fez a pergunta tinha que ir tirar uma peça de roupa ao boneco adversário que estava no quadro. Para ajudar a responder a estas perguntas, foi dada a cada equipa um breve resumo do sistema reprodutor da equipa adversaria, por exemplo, à equipa masculina foi dada informação sobre o sistema reprodutor feminino.
      Foi um jogo interessante e divertido, porém as 5 perguntas não foram suficientes, porque ficámos empatados, então tiveram que se inventar mais 3 perguntas.
      Terminado o jogo, seguiu-se a leitura de dois textos distintos, relacionados com o namoro entre cristãos e um debate sobre os textos e o tema. Neste debate, as pessoas desinibiram-se um pouco mais, e as questões postas foram interessantes.
       A conclusão sobre este tema, é que primeiro temos que nos conhecer a nós próprios muito bem, para depois sabermos os nossos limites e para conseguirmos amar outra pessoa. Por outro lado, ambos têm que se respeitar e saber ser pacientes, encontrar momentos de oração a dois. Contudo, há que namorar, mas sem o ero, do erotismo, pois o namoro é um passo importante para que possa haver um casamento sólido.

Mª Inês Freitas

Oração Vicarial - Amora - 28 de Abril de 2012


      Depois de muita preparação por parte do grupo decorreu no sábado dia 28 de Abril a oração vicarial na paróquia da Amora. Como tem sido normal, esta decorreu na Igreja Beato João Batista Scalabrini e este ano em virtude de comemorarmos o 125º aniversário da fundação da Congregação dos Missionários de S. Carlos (Scalabrinianos) e de decorrer o Ano Vocacional Scalabriniano decidimos que seria uma boa oportunidade de dar a conhecer á vigararia o bonito carisma desta congregação. Apesar de sermos uma paróquia diferente no seio da vigararia há um grande desconhecimento por parte dos jovens das outras paróquias do objectivo e do trabalho realizado pelos Scalabrinianos em Portugal, na Amora e no resto do mundo.


       Esta oração foi presidida pelo padre Pio e teve como peça fundamental na sua elaboração o seminarista Pablo.


      Começámos a noite com a leitura de um dos textos bíblicos que mais inspirou a Congregação Scalabriniana, seguida de uma breve explicação do padre Pio:

“O SENHOR disse a Abrão: «Deixa a tua terra, a tua família e a casa do teu pai, e vai para a terra que Eu te indicar. Farei de ti um grande povo, abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome e serás uma fonte de bênçãos. Abençoarei aqueles que te abençoarem, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem. E todas as famílias da Terra serão em ti abençoadas.» Abrão partiu, como o SENHOR lhe dissera, levando consigo Lot. Quando saiu de Haran, Abrão tinha setenta e cinco anos. Tomou Sarai, sua mulher, e Lot, filho do seu irmão, assim como todos os bens que possuíam e os escravos que tinham adquirido em Haran, e partiram todos para a terra de Canaã, e chegaram à terra de Canaã. Abrão percorreu-a até ao lugar de Siquém, até aos Carvalhos de Moré. Os cananeus viviam, então, naquela terra. O SENHOR apareceu a Abrão e disse-lhe: «Darei esta terra à tua descendência.» E Abrão construiu ali um altar ao SENHOR, que lhe tinha aparecido. Deixando esta região, prosseguiu até ao monte situado ao oriente de Betel, e montou ali as suas tendas, ficando Betel ao ocidente e Ai ao oriente. Construiu também um altar ao SENHOR e invocou o seu nome. Abrão continuou a sua viagem, acampando aqui e ali, em direcção ao Négueb.”
Gn 12, 1-9

      Depois da entrada no espírito de oração ocorreram uns momentos de maior concentração com a exposição e adoração do Santíssimo.
      Depois deste momento passou-se á leitura do texto fundador da Congregação, o momento em que Scalabrini tomou a decisão de partir para a acção, o texto dos seus sentimentos aquando da sua passagem pela estação de Milão e encontro com um grande número de migrantes prestes a partirem para a América:

«Há vários anos, em Milão, fui expectador de uma cena que deixou em meu espírito, uma impressão de profunda tristeza.  Passando pela estação, vi a vasta sala, os pórticos laterais e a praça adjacente invadidos por trezentos ou quatrocentos indivíduos, vestidos pobremente, divididos em diversos grupos. Em suas faces bronzeadas pelo sol, sulcadas por rugas precoces que a privação costuma imprimir, transparecia o tumulto dos afetos que agitavam seus corações, naquele momento.  Eram velhos curvados pela idade e pelas fadigas, homens na flor da virilidade, mulheres que levavam após si ou carregavam ao colo suas crianças, pequenos e jovens todos irmanados por um único pensamento, todos orientados para uma meta comum.
Eram migrantes».  
J. B. Scalabrini

Seguiu-se um momento mais simbólico com a oferenda de vários símbolos do trabalho dos missionários scalabrinianos a favor dos migrantes:
  • Bíblia + velas – representa a palavra de Deus que todos os missionários anunciam nas suas missões sempre acompanhados pela luz de Cristo.
  • Mundo – representativo de todos os lugares de migração e das missões scalabrinianas.
  • Chinelas e pegadas coloridas (no chão) – marcam o caminhar dos migrantes que procuram uma vida melhor noutro lugar que não a sua terra.
  • Terço missionário – como uma forma de oração e prova de Amor à Rainha, Mãe da Igreja que intercede junto de Deus a favor dos nossos migrantes.
  • Scalabrini – Pai dos Migrantes e Refugiados, fundador da Congregação Missionária que consagrou a sua vida para ajudar aqueles que são obrigados a sair da sua casa para terras estrangeiras em busca de algo melhor.
  • Pão (cesta) – o alimento que muitas pessoas não têm e por isso se tornam migrantes para saciar a sua fome.


      Estando nós em pleno ano vocacional leu-se a seguir a oração pelas vocações, seguida de várias preces efectuadas por elementos das várias paróquias.


      Finalizada a oração, as pessoas foram direccionadas para o salão da igreja onde decorreu o tradicional convívio. O grupo conseguiu com algum esforço ter a exposição de Scalabrini já pronta no mesmo salão o que possibilitou a visita por parte de todos os jovens. Á entrada foram distribuídas duas recordações desta oração: uma sandália com uma citação de Scalabrini e uma pagela que representava o trabalho feito pelos missionários fora de Portugal.


       Foi uma oração bastante positiva e muito concorrida. É sempre bom dar a conhecer um pouco mais do nosso carisma, o que só pode ter resultados positivos no nosso futuro relacionamento com o resto da vigararia.

André Simão

domingo, 27 de maio de 2012

Reunião de 27 de Abril de 2012


      No passado dia 27 de Abril de 2012, a nossa reunião foi dedicada à preparação da Oração Vicarial da Amora que se iria realizar no dia seguinte. Para além disso, também terminámos a elaboração da exposição sobre o Beato João Baptista Scalabrini, visto que esta teria a sua inauguração nesse fim-de-semana.
      Para a oração vicarial terminámos as lembranças que iríamos oferecer no final a todos os jovens que estiverem presentes connosco neste dia, ensaiamos os cânticos, definimos o decorrer da oração e ultimamos pormenores logísticos e decoração da igreja.
      Quanto à exposição preparámos o espaço e terminámos de colocar alguns elementos importantes para o tema como por exemplo: as bandeiras dos diversos países em que estão presentes os missionários scalabrinianos e os trabalhos elaborados pela catequese, entre outras coisas necessárias para que tivéssemos uma boa exposição.
       Embora tenha sido uma reunião diferente das que temos habitualmente, foi uma noite engraçada, pois apesar do trabalho houve muito convívio.

Lígia Rolo