segunda-feira, 10 de junho de 2013

Reunião de 22 de Março de 2013



      Na passada sexta-feira dia 22 de Março tivemos o prazer de voltar a receber uma convidada que já é da casa tantas vezes que já veio ao Grupo. Aproveitámos a presença da Cláudia Espírito Santo para em conjunto estudarmos a carta pastoral “Porta da Fé” escrita pelo Papa Bento XVI como mote para instaurar o Ano da Fé que estamos a viver neste ano.


      Começámos por analisar a estrutura desta carta, que como todas as cartas do género tem um estilo mais institucional, onde o Papa enumera as razões que o levou a escrevê-la com este tema. Discutimos em conjunto estas partes introdutórias, explicando passagens menos explícitas. Depois dividimo-nos em pares para estudar o corpo da carta ficando cada par com um capítulo. Depois deste trabalho e com a ajuda da Cláudia partilhámos as nossas conclusões da mensagem do Papa com o grupo.


       Concluímos que o Papa instituiu este Ano da Fé como forma de discutir as bases da crença dos cristãos. Estes anos levam sempre a uma maior discussão do tema em causa e pode ser uma boa oportunidade para todos nós pensarmos em algo que já damos como garantido mas que se calhar dificilmente nomeamos claramente.

André Simão

Oração Vicarial - Arrentela - 16 de Março de 2013

      No passado dia 16 de Março, reunimo-nos uma vez mais com os restantes jovens da vigararia para mais uma oração vicarial, desta feita na Arrentela. Tivemos connosco o Padre Daniel Cacela e o Padre Júlio Ferreira.


       Como nos encontrávamos na Quaresma, toda a oração teve este tempo como base, incidindo sobretudo na nossa conversão de coração.
Numa oração composta por cânticos, leituras e preces, destaco a dinâmica que nos foi proposta, em que cada um de nós foi convidado a ter um gesto de conversão consigo mesmo e com Deus. Junto à talha, molhámos as nossas mãos e tocávamos numa parte do corpo (boca, cabeça, coração…), pedindo perdão e conversão ao Senhor para os pecados que realizamos diversas vezes usando o nosso corpo (por palavras, pensamentos, sentimentos…). Depois deste momento, retirámos um papel com várias questões de reflexão:


  •     Qual a maior conversão que sinto que Deus me pede?
  •    Quais são as maiores exigências, que encontro no meu modo de ser, no dia-a-dia (no trabalho, na escola, na família, na Igreja…)
  •     Como vivo a minha Fé e como me ajuda na minha vida?



       Terminámos, então, com uma oração e a bênção final, seguindo para mais um momento de convívio com o habitual “lanche” oferecido pela paróquia anfitriã.


Lígia Rolo

terça-feira, 4 de junho de 2013

Reunião de 15 de Março de 2013

      No passado dia 15.03.2013 tivemos a primeira reunião preparada pelo Mário.
      O tema que ele escolheu foi o sacramento da reconciliação, a confissão.



       A confissão é um dos sacramentos que se pode fazer quando precisamos.
       A reunião começou com o Mário a perguntar-nos sobre o que nós sabíamos sobre a confissão e logo de seguida lê-mos algumas passagens da bíblia.


      De seguida, deu-nos alguns pecados para refletir-mos, se já os praticámos ou não, para poder mos melhorar.


      No final, o Mário ofereceu-nos um papel a dizer os horários e locais das confissões na vigararia do Seixal, juntamente com uma cruz de missangas.
   

Patrícia Coelho

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Reunião de 8 de Março de 2013



      Na reunião de 8 de Março de 2013, o André Simão preparou um encontro sobre as Cartas de São Paulo que integram a Bíblia, para aprofundar o nosso conhecimento sobre estes livros.
      Começamos por rever um pouco quem foi São Paulo e o seu percurso até se tornar uma testemunha de Cristo. Saulo nasceu em Tarso e foi educado na lei dos Fariseus, por isso, perseguia Cristo e a sua Igreja. Um dia, como é relatado nos Actos do Apóstolos, Saulo viu uma luz muito brilhante vinda do céu, de onde uma voz exclama: “Saulo, Saulo! Por que me persegues? De nada te vale essa teimosia." Questionando-se quem seria, ouve a resposta: "Eu sou Jesus, a quem tu persegues! Levanta-te e põe-te de pé!”. A luz era tão forte que cegou Saulo e apenas Jesus fez com que ele voltasse a ver por intermédio de um profeta. Este foi o momento mais importante na vida de Saulo – a conversão. A partir deste momento, São Paulo passa a ser anunciador de Cristo!
       As cartas de São Paulo mostram uma teologia “activa” e “interactiva”, revelando-o como um apaixonado missionário, pastor, pai e apóstolo.
        As suas cartas começam sempre com uma referência ao seu nome e à sua autoridade apostólica, uma pequena oração e, muitas vezes, algumas referências a nomes individuais; seguidamente, tem o desenvolvimento do tema da Carta propria­mente dito; e, no final, há também sempre uma re­ferência a pessoas concretas, uma saudação par­ticular ou uma bênção.
        Para compreendermos um pouco melhor e termos contacto com estas cartas, estivemos divididos em grupos e foram-nos atribuídas umas folhas que tinham a contextualização da carta (quando foi escrita, em que momento da vida cristã e a que povo, quais as suas características, porque motivo foi escrita e qual a ideia principal que Paulo queria transmitir), a divisão e o seu conteúdo e uma sugestão de leitura de um capítulo ou de toda a carta, quando pequena. No final, partilhamos as ideias mais importantes que retirámos desta leitura.
        As cartas de São Paulo são, então, a Carta aos Romanos, as duas Cartas aos Coríntios, a Carta aos Gálatas, a Carta aos Efésios, a Carta aos Filipenses, a Carta aos Colossenses, as duas Cartas aos Tessalonicenses, as duas Cartas a Timóteo e a Carta a Tito (Cartas Pastorais) e a Carta a Filémon.
        Deixo como partilha uma das passagens mais bonitas conhecido como “Cântico do amor” de uma destas cartas de São Paulo. (1 Cor 13)

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,
se não tiver amor, sou como um bronze que soa
ou um címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom da profecia
e conheça todos os mistérios e toda a ciência,
ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas,
se não tiver amor, nada sou.
Ainda que eu distribua todos os meus bens
e entregue o meu corpo para ser queimado,
se não tiver amor, de nada me aproveita.

O amor é paciente,
o amor é prestável,
não é invejoso,
não é arrogante nem orgulhoso,
nada faz de inconveniente,
não procura o seu próprio interesse,
não se irrita nem guarda ressentimento.
Não se alegra com a injustiça,
mas rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê,
tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais passará.
As profecias terão o seu fim,
o dom das línguas terminará
e a ciência vai ser inútil.
Pois o nosso conhecimento é imperfeito
e também imperfeita é a nossa profecia.
Mas, quando vier o que é perfeito,
o que é imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança,
falava como criança,
pensava como criança,
raciocinava como criança.
Mas, quando me tornei homem,
deixei o que era próprio de criança.

Agora, vemos como num espelho,
de maneira confusa;
depois, veremos face a face.
Agora, conheço de modo imperfeito;
depois, conhecerei como sou conhecido.
Agora permanecem estas três coisas:
a fé, a esperança e o amor;
mas a maior de todas é o amor.

Lígia Rolo

Via Sacra diocesana - 2 de Março de 2013



      No dia 2 de Março de 2013, realizou-se a Via Sacra organizada pela SDPJ, dinamizada e preparada pelos diversos jovens da Diocese pelas ruas de Setúbal.
      O nosso grupo de jovens marcou presença em representação da Paróquia de Amora. Ficámos responsáveis por duas estações da Via Sacra, a 9ª e a 10ª. Foi da responsabilidade de cada paróquia preparar os textos e a encenação das estações que lhes foram atribuídas. Esta Via Sacra foi adaptada em relação às estações habitualmente meditadas.

1ª – Jesus no Horto das Oliveiras
2ª –Jesus, traído por Judas, é preso
3ª –Jesus é condenado pelo Sinédrio
4ª – Jesus é renegado por Pedro
5ª – Jesus é julgado por Pilatos
6ª –Jesus é flagelado e coroado de espinhos
7ª Jesus carrega a Cruz
8ª – Jesus é ajudado pelo Cireneu a carregar a Cruz
9ª – Jesus encontra as mulheres de Jerusalém
10ª- Jesus é crucificado
11ª – Jesus promete o Seu Reino ao bom ladrão
12ª – Jesus na Cruz, a Mãe e o Discípulo
13ª – Jesus morre na Cruz
14ª Jesus é depositado no sepulcro

      Foi uma boa maneira de reunir os diversos jovens da Diocese num momento particular de oração e de evangelização durante um período tão importante para nós cristão, a Quaresma.
       No final, tivemos oportunidade de ouvir umas palavras do nosso Bispo D. Gilberto que sempre apoia e encoraja os jovens no caminho com Cristo.

Lígia Rolo